Em greve há 19 dias, representantes do sindicato
dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB) vão a Brasília
nesta quarta-feira (2), onde tentam uma audiência com o ministro da
Educação, Aloísio Mercadante para falar sobre os motivos da paralisação.
Os professores alegam
que na ocasião, pretendem entregar um dossiê mostrando a situação da
educação na Bahia, além de informar ao ministro que o governo não está
cumprindo a lei do piso. Hoje, os educadores vão realizar panfletagem em
vários bairros da capital e interior.
Por conta da
paralisação, pelo menos um milhão e meio de alunos estão sem aulas em
todo o estado da Bahia. Por ser considerada ilegal pela justiça, na
última quinta-feira (26), os professores que aderiram ao movimento
tiveram o ponto cortado pelos dias de paralisação.
Em protesto, nesta
terça-feira, 1º de maio, Dia do Trabalhador, a categoria vai se reunir
com diversas centrais sindicais a partir das 17 horas, na Praça Castro
Alves para protestar contra a ação do governo. Já na quarta-feira, uma
nova assembleia será realizada na Assembleia Legislativa para decidir os
rumos da greve.
